Ao contrario de seu irmão, Darius, a vitória em combate nunca foi o suficiente para Draven. Ele buscava por reconhecimento, aclame e glória. Seu primeiro passo foi a busca de grandeza no exército noxiano, mas sua personalidade dramática era desapreciada ao extremo. Sedento por uma maneira de mostrar ''Draven'' ao mundo, ele voltou sua atenção para o sistema penitenciário. Lá ele se tornou a celebridade que desejava ser, transformando a tediosa tarefa de executar prisioneiros em um espetáculo artístico.
Na primeira execução que desempenhou, os espectadores ficaram chocados ao ordenar que o condenado corresse para salvar a própria vida. Pouco antes do prisioneiro deixar o local, ele o derrubou com um arremesso certeiro de seu machado. Pouco tempo depois, todas as execuções de Draven se tornaram uma manobra com a qual os prisioneiros de Noxus lutavam por uma última chance em vida. Ele usava os julgamentos como seu próprio palco, e transformava as execuções em um espetáculo de entretenimento. Levava os espectadores à loucura, enquanto os prisioneiros desesperados se desdobravam para escapar, embora nunca conseguissem. Rejeitando o solene uniforme preto dos carrascos noxianos, Draven trajava roupas brilhantes e desenvolveu movimentos marcantes para se distinguir. Multidões imensas lutavam por uma chance de assistir a Draven em ação, e histórias de suas apresentações se espalhavam tão rápido quanto o fogo. Conforme crescia sua popularidade, juntamente aumentava seu ego. Ele pertencia ao centro das atenções. Pouco tempo depois, o escopo de suas ambições superou a população de Noxus. Ele decidiu que as gloriosas façanhas de Draven deveriam ser exibidas para o mundo todo.
'''O melhor' é onde eu decido colocar os limites de cada dia.''
-- Draven
sexta-feira, 16 de maio de 2014
O que é League of Leagends
League of Legends é um jogo online competitivo que mistura a velocidade e a intensidade de um RTS com elementos de RPG. Duas equipes de poderosos campeões, cada um com design e estilo único, lutam em diversos campos de batalha e modos de jogo. Com um elenco de campeões em constante expansão, atualizações frequentes e uma cena competitiva exuberante,League of Legends oferece diversão incessante para jogadores de todos os níveis de habilidade.
Historia Renekton
Em um mundo muito distante, Renekton nasceu como um membro de uma raça de guardas bestiais criada para servir como governadores e protetores de seu povo. Junto de seu irmão Nasus, Renekton supervisionou a Grande Biblioteca, que servia tanto como um local onde o conhecimento antigo era guardado quanto para os ensinamentos do Ciclo da Vida e da Morte. Enquanto o sábio Nasus ensinava os estudiosos, Renekton servia como guardião do portal da Grande Biblioteca. Ele podia sentir a verdadeira natureza daqueles que buscavam os ensinamentos de Nasus, e espantava os que chegavam com más intenções. Mas com o tempo, a exposição ao mal acabou por afetar sua mente. Ele foi ficando furioso com a malevolência nos corações dos homens e, enquanto mergulhava cada vez mais na loucura, descobriu que podia reprimir a fúria acabando com os homens que possuíssem tal maldade. Infelizmente, o alívio durava tão pouco quanto as vidas de suas vítimas, e a ''ira carniceira'', como veio a ser conhecida, ressurgia ainda mais forte.
Consumido por sua raiva, Renekton se virou contra o único ser que poderia vencê-lo - seu próprio irmão. Nasus implorou para que Renekton voltasse a agir com base na razão. Percebendo que ele não tinha salvação, Nasus desesperado atacou seu rebelado irmão. Sem poder fazer nada, Renekton esperou ansiosamente pela morte. Isso nunca aconteceu. Ele foi salvo quando invocadores de League of Legends o chamaram. Pego no meio do poderoso encantamento, ele caiu nas profundezas dos esgotos de Zaun. Insano de raiva, Renekton definhou em seu novo lar, ficando insensível devido ao ódio. Até o momento em que ele sentiu um odor familiar no ar. Acreditando que o cheiro o guiaria até algo que já estava distante em sua memória, ele rastreou seu irmão até o Instituto da Guerra.
''Meu irmão ficou oco. Cheio de ódio, mas vazio.''
-- Nasus, o Curador das Areias
Consumido por sua raiva, Renekton se virou contra o único ser que poderia vencê-lo - seu próprio irmão. Nasus implorou para que Renekton voltasse a agir com base na razão. Percebendo que ele não tinha salvação, Nasus desesperado atacou seu rebelado irmão. Sem poder fazer nada, Renekton esperou ansiosamente pela morte. Isso nunca aconteceu. Ele foi salvo quando invocadores de League of Legends o chamaram. Pego no meio do poderoso encantamento, ele caiu nas profundezas dos esgotos de Zaun. Insano de raiva, Renekton definhou em seu novo lar, ficando insensível devido ao ódio. Até o momento em que ele sentiu um odor familiar no ar. Acreditando que o cheiro o guiaria até algo que já estava distante em sua memória, ele rastreou seu irmão até o Instituto da Guerra.
''Meu irmão ficou oco. Cheio de ódio, mas vazio.''
-- Nasus, o Curador das Areias
Historia Nasus
A enigmática criatura conhecida como Nasus chegou à liga vindo de um mundo distante, tendo servido como parte de um vasto e sábio império do deserto. Lá ele era um indivíduo respeitado e culto, sendo nomeado o Guardião da Grande Biblioteca. Também era parte de uma raça de criaturas animalescas que serviam como governantes e protetores do povo. Infelizmente, existiam outros em sua raça que acreditavam ser mais do que protetores. Eles tinham a ilusão egoísta de que haviam ascendido para ser tornarem deuses. No mundo de Nasus a guerra poderia acontecer a qualquer momento, e os seres iludidos tentavam escravizar as pessoas para estabelecer uma soberania totalitária. No meio da acalorada batalha, logo quando Nasus estava prestes a matar seu traiçoeiro irmão Renekton, ele foi puxado pelo cosmos para um círculo de invocação em Runeterra.
A princípio ele ficou com raiva por ter sido retirado da batalha em que iria acabar com os inimigos do seu povo, mas o intelecto avançado de Nasus prevaleceu quando ele ouviu os apelos de misericórdia dos invocadores. Ele descobriu que Runeterra também estava sofrendo com seu próprio tipo de injustiça. O perigo não era menos ameaçador do que aquele que ele lutava contra em sua terra, e eles precisavam de campeões para proteger o povo do seu mundo. Atendendo ao pedido, Nasus decidiu se juntar a League of Legends, sabendo que seus irmãos e irmãs continuariam a batalha sem ele. Atualmente ele é o Curador das Areias, sentindo-se em casa nas ruínas despedaçadas do Deserto de Shurima. Mesmo assim, o Guardião ficou sabendo de notícias perturbadoras - rumores de que seu irmão talvez não tenha ficado para trás. Se este for o caso, a destruição de Renekton rapidamente se tornaria a prioridade de Nasus, antes que este mundo também tenha que enfrentar a língua bifurcada de seu irmão além de suas ambições intermináveis.
''O Curador das Areias, embora contemplativo, não está para brincadeiras.'
A princípio ele ficou com raiva por ter sido retirado da batalha em que iria acabar com os inimigos do seu povo, mas o intelecto avançado de Nasus prevaleceu quando ele ouviu os apelos de misericórdia dos invocadores. Ele descobriu que Runeterra também estava sofrendo com seu próprio tipo de injustiça. O perigo não era menos ameaçador do que aquele que ele lutava contra em sua terra, e eles precisavam de campeões para proteger o povo do seu mundo. Atendendo ao pedido, Nasus decidiu se juntar a League of Legends, sabendo que seus irmãos e irmãs continuariam a batalha sem ele. Atualmente ele é o Curador das Areias, sentindo-se em casa nas ruínas despedaçadas do Deserto de Shurima. Mesmo assim, o Guardião ficou sabendo de notícias perturbadoras - rumores de que seu irmão talvez não tenha ficado para trás. Se este for o caso, a destruição de Renekton rapidamente se tornaria a prioridade de Nasus, antes que este mundo também tenha que enfrentar a língua bifurcada de seu irmão além de suas ambições intermináveis.
''O Curador das Areias, embora contemplativo, não está para brincadeiras.'
Historia Rengar
Em cada parede de seu covil, o caçador de troféus Rengar monta as cabeças, chifres, garras e presas das criaturas mais letais de Valoran. Embora sua coleção seja extensa, ele continua insatisfeito, procurando incansavelmente por prêmios maiores. Ele não se apressa para abater; estuda sua presa, aprende a seu respeito e se prepara para o próximo encontro com um monstro que ele nunca antes pode derrotar.
Rengar nunca conheceu seus pais verdadeiros, mas foi criado por um humano reverenciado por ser um caçador lendário. Foi o aluno ideal, absorvendo atentamente às lições de seu pai e aperfeiçoando-as com seus misteriosos instintos ferais. Antes que sua juba tivesse crescido por completo, Rengar partiu por conta própria para clamar por um grande território para si. Ao longo de seu perímetro ele fincou os crânios de suas presas derrotadas - um aviso para possíveis agressores. Pensava que o reinado sem disputas lhe seria suficiente, mas acabou insatisfeito e ansioso. Nenhuma criatura em seu domínio se mostrava como desafio e, sem nenhum adversário formidável para desafiar seus limites, o espírito de Rengar enfraqueceu. Ele temeu que nenhuma caça de valor havia sobrado e que jamais voltaria a sentir o furor da caçada. Justamente no momento crucial de sua inquietação, ele encontrou o monstro. Era algo perturbador e alienígena, claramente não fazia parte deste mundo. Ele enterrava suas garras foiciformes e devorava qualquer animal que estivesse em seu caminho. Confiante no resultado de um desafio, Rengar emboscou o monstro às pressas. Aquilo de longe ultrapassava os limites de qualquer criatura que ele havia antes enfrentado. A luta foi selvagem, rendendo a ambos ferimentos incapacitantes. Rengar perdeu um dos olhos, mas o golpe mais doloroso foi em seu orgulho. Nunca antes ele havia falhado em realizar um abate. Pior ainda: a severidade de seus ferimentos o forçou a recuar. Ao longo dos dias seguintes, ele se equilibrou na linha tênue entre a vida e a morte. A dor o demolia, mas sob ela ele sentia uma fagulha de felicidade. A caçada continuava. Se criaturas tão poderosas ainda existiam no mundo, ele as encontraria e empilharia suas cabeças até tocar o céu. O monstro, no entanto, foi um abate que ele quis saborear. Na maior parede de seu covil ele reserva um espaço para a cabeça da besta, um troféu que ele jura ter um dia como peça central de sua coleção.
''Cace os fracos e você sobreviverá. Cace os fortes e você terá uma vida.''
-- Rengar
Rengar nunca conheceu seus pais verdadeiros, mas foi criado por um humano reverenciado por ser um caçador lendário. Foi o aluno ideal, absorvendo atentamente às lições de seu pai e aperfeiçoando-as com seus misteriosos instintos ferais. Antes que sua juba tivesse crescido por completo, Rengar partiu por conta própria para clamar por um grande território para si. Ao longo de seu perímetro ele fincou os crânios de suas presas derrotadas - um aviso para possíveis agressores. Pensava que o reinado sem disputas lhe seria suficiente, mas acabou insatisfeito e ansioso. Nenhuma criatura em seu domínio se mostrava como desafio e, sem nenhum adversário formidável para desafiar seus limites, o espírito de Rengar enfraqueceu. Ele temeu que nenhuma caça de valor havia sobrado e que jamais voltaria a sentir o furor da caçada. Justamente no momento crucial de sua inquietação, ele encontrou o monstro. Era algo perturbador e alienígena, claramente não fazia parte deste mundo. Ele enterrava suas garras foiciformes e devorava qualquer animal que estivesse em seu caminho. Confiante no resultado de um desafio, Rengar emboscou o monstro às pressas. Aquilo de longe ultrapassava os limites de qualquer criatura que ele havia antes enfrentado. A luta foi selvagem, rendendo a ambos ferimentos incapacitantes. Rengar perdeu um dos olhos, mas o golpe mais doloroso foi em seu orgulho. Nunca antes ele havia falhado em realizar um abate. Pior ainda: a severidade de seus ferimentos o forçou a recuar. Ao longo dos dias seguintes, ele se equilibrou na linha tênue entre a vida e a morte. A dor o demolia, mas sob ela ele sentia uma fagulha de felicidade. A caçada continuava. Se criaturas tão poderosas ainda existiam no mundo, ele as encontraria e empilharia suas cabeças até tocar o céu. O monstro, no entanto, foi um abate que ele quis saborear. Na maior parede de seu covil ele reserva um espaço para a cabeça da besta, um troféu que ele jura ter um dia como peça central de sua coleção.
''Cace os fracos e você sobreviverá. Cace os fortes e você terá uma vida.''
-- Rengar
Historia Vel'Koz
O clarão que me envolve se esvai. Pisca. Pisca, pisca, pisca. Meus olhos se ajustam e avaliam a paisagem à minha frente.
Há uma certa agitação. Olho para baixo e encontro uma pequena criatura branca apoiada em seus membros posteriores, cheirando o meu corpo. Ela me intriga.
Para que você serve?
Eu analiso a criatura. Um lampejo quente e magenta. Um monte de poeira onde antes havia movimento.
Mamífero... Noturno... Audição impecável. Incrivelmente fraco. E, mesmo assim, reproduzem-se tão prodigiosamente.
''Hm...'' eu resmungo para mim mesmo. Com sorte haverá coisas mais complexas a se encontrar; estas me fascinam.
Consumir e aprender: este é o meu propósito. Os que comigo viajam são primitivos: matar e comer, matar e comer. Preciso juntar toda a informação disponível - colher qualquer recurso valioso.
Eventualmente, chegamos a uma cidade destruída, exceto por uma torre imaculada. Parece estar protegida - ou intencionalmente deixada em pé. Eu desconstruo a composição das ruínas. Minha análise sugere que este habitat foi o local de poderosa magia; não me surpreende que tenha sido o alvo de tal destruição. Há uma certa atratividade nesta torre. Enquanto os outros vasculham, eu adentro a cidadela.
Instrumentos crípticos espalhados por todos os lados. Eu examino um deles. Outro lampejo quente e magenta, outro monte de poeira.
Fascinante: uma ferramenta para lhes alterar o conceito de tempo.
Estranho.
Sem precedentes.
Pela condição em que se encontra a torre, parece que seu dono a abandonou faz pouco tempo. Os artefatos deixados para trás existiram em mais de um lugar de um momento. Alguns são mais complexos que outros; todos mais impressionantes que qualquer coisa que havia antes visto neste plano. Obviamente, o dono sabe de coisas que eu não encontrei em nenhuma das minhas viagens.
Eu exijo tal conhecimento.
Ao deixar a torre, vejo os outros fechando sua entrada, prontos para destruí-la assim como destruíram tudo o que encontramos. Tudo o que farão é ficar entre mim e meu objetivo. Existem certas coisas que o Vazio não consome indiscriminadamente.
Sem aviso, eu ataco com um tentáculo. Sua ponta brilhando de calor. Um relâmpago arqueja através da primeira criatura, jogando-a para trás. Seus gritos se esvaem ao que eu estico os três membros, a energia estala entre eles, fervendo o ar onde as correntes se encontram. Os outros dois fogem; eles sabem o que lhes aguarda.
Por que precisam sempre fugir?
Eu abro meu olho e desfiro um feixe de energia atrás das criaturas em fuga. Elas instantaneamente são reduzidas a cinzas. ''Hmm. O ponto de fusão nativo do Vazio é inconsistente'', eu pondero.
Mas isto pouco importa. A fome cresce em minhas entranhas. Estou voraz. Insaciável, como nunca antes estive.
Tive o vislumbre do conhecimento definitivo.
E eu o terei.
Há uma certa agitação. Olho para baixo e encontro uma pequena criatura branca apoiada em seus membros posteriores, cheirando o meu corpo. Ela me intriga.
Para que você serve?
Eu analiso a criatura. Um lampejo quente e magenta. Um monte de poeira onde antes havia movimento.
Mamífero... Noturno... Audição impecável. Incrivelmente fraco. E, mesmo assim, reproduzem-se tão prodigiosamente.
''Hm...'' eu resmungo para mim mesmo. Com sorte haverá coisas mais complexas a se encontrar; estas me fascinam.
Consumir e aprender: este é o meu propósito. Os que comigo viajam são primitivos: matar e comer, matar e comer. Preciso juntar toda a informação disponível - colher qualquer recurso valioso.
Eventualmente, chegamos a uma cidade destruída, exceto por uma torre imaculada. Parece estar protegida - ou intencionalmente deixada em pé. Eu desconstruo a composição das ruínas. Minha análise sugere que este habitat foi o local de poderosa magia; não me surpreende que tenha sido o alvo de tal destruição. Há uma certa atratividade nesta torre. Enquanto os outros vasculham, eu adentro a cidadela.
Instrumentos crípticos espalhados por todos os lados. Eu examino um deles. Outro lampejo quente e magenta, outro monte de poeira.
Fascinante: uma ferramenta para lhes alterar o conceito de tempo.
Estranho.
Sem precedentes.
Pela condição em que se encontra a torre, parece que seu dono a abandonou faz pouco tempo. Os artefatos deixados para trás existiram em mais de um lugar de um momento. Alguns são mais complexos que outros; todos mais impressionantes que qualquer coisa que havia antes visto neste plano. Obviamente, o dono sabe de coisas que eu não encontrei em nenhuma das minhas viagens.
Eu exijo tal conhecimento.
Ao deixar a torre, vejo os outros fechando sua entrada, prontos para destruí-la assim como destruíram tudo o que encontramos. Tudo o que farão é ficar entre mim e meu objetivo. Existem certas coisas que o Vazio não consome indiscriminadamente.
Sem aviso, eu ataco com um tentáculo. Sua ponta brilhando de calor. Um relâmpago arqueja através da primeira criatura, jogando-a para trás. Seus gritos se esvaem ao que eu estico os três membros, a energia estala entre eles, fervendo o ar onde as correntes se encontram. Os outros dois fogem; eles sabem o que lhes aguarda.
Por que precisam sempre fugir?
Eu abro meu olho e desfiro um feixe de energia atrás das criaturas em fuga. Elas instantaneamente são reduzidas a cinzas. ''Hmm. O ponto de fusão nativo do Vazio é inconsistente'', eu pondero.
Mas isto pouco importa. A fome cresce em minhas entranhas. Estou voraz. Insaciável, como nunca antes estive.
Tive o vislumbre do conhecimento definitivo.
E eu o terei.
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